Estratégias para a recomposição de aprendizagens em alfabetização

R$532,00

É possível parcelar em até 6x de R$ 88,67.

A pandemia de COVID-19 trouxe, entre outras consequências, a exigência de um ensino integralmente remoto durante o ano de 2020 e ao menos em uma boa parte do ano de 2021, quando, mesmo com o retorno do ensino presencial, muitos estudantes tinham a prerrogativa de permanecerem no ensino remoto. Assim, 2022 tem sido, para a maioria das escolas, o ano de retorno presencial para todos os estudantes e professores.

Em que pesem as inquestionáveis vantagens e potências do ensino presencial, o ano de 2022 (e, provavelmente, os próximos anos) tem se caracterizado pela constatação de que as aprendizagens esperadas para os anos escolares anteriores não se deram a contento, especialmente, quando se trata dos 1º e 2º anos do Ensino Fundamental, por excelência considerados como os anos do ciclo da alfabetização. As crianças que cursaram os dois últimos anos da Educação Infantil ou o último ano desse segmento e o 1º ano do Ensino Fundamental remotamente têm, com frequência, demonstrado que aprendizagens essenciais não foram consolidadas, o que tem significado um desafio enorme para seus atuais professores e professoras.

Turmas heterogêneas não são uma novidade, sobretudo para professores(as) alfabetizadores(as), mas é de outra ordem a realidade que se apresenta. Não apenas a heterogeneidade se intensificou, mas os professores estão tendo de lidar com uma maioria de estudantes com lacunas na aprendizagem que vão desde a aspectos atitudinais (manter-se em sala de aula, seguir uma rotina, trabalhar em colaboração), passando por aspectos motores (preensão dos instrumentos de escrita, manuseio de diferentes portadores) até questões diretamente ligadas aos conhecimentos do sistema de escrita e seus usos.

Essa (nova) realidade exige, assim, que sejam tematizados os procedimentos, os recursos e os mecanismos de interação que visam à alfabetização do(a)s estudantes, não apenas para refletir sobre expedientes que possam promover a “recuperação” dos aprendizados, mas também para explorar e analisar diferentes estratégias que possam potencializar os conhecimentos e as reflexões necessárias ao domínio do funcionamento e do uso do sistema de escrita alfabético-ortográfico.

Objetivos

  • Mapear os diversos cenários educacionais vivenciados pelos cursistas e suas demandas;
  • Derivar desses cenários as aprendizagens essenciais que deverão ser garantidas aos estudantes;
  • Diferenciar nessas aprendizagens essenciais quais são da ordem da recomposição das aprendizagens previstas para anos anteriores e quais dizem respeito ao ano escolar em questão;
  • Revisitar as bases teórico-conceituais que sustentam o processo de alfabetização;
  • Explorar os diferentes instrumentos – estruturados e não-estruturados – que conduzem a uma diagnose precisa e detalhada dos saberes dos estudantes;
  • Defender a importância de momentos específicos e exclusivos para o trabalho com a aprendizagem inicial do sistema de escrita;
  • Defender a importância de a aprendizagem inicial do sistema de escrita também se dar no interior das práticas de linguagem (escuta e produção de textos orais; leitura e compreensão de textos escritos; produção de textos escritos);
  • Apresentar e discutir a metodologia das sequências didáticas de gênero como um expediente virtuoso para o trabalho com a alfabetização;
  • Enfatizar a importância do trabalho em agrupamentos produtivos, especialmente para a recomposição das aprendizagens.
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Para quem é este curso?

Professores alfabetizadores.

Certificado
Singularidades

18 horas
de duração

Datas: 19, 20 e 21 de julho de 2022
Horário: 9h às 16h (almoço das 12h às 13h)
Carga horária: 18h

Encontro 1 – 19 de julho
A aprendizagem inicial do sistema de escrita.
Encontro 2 – 20 de julho
Aprendizagens essenciais em alfabetização, em uma perspectiva discursiva.
Encontro 3 – 21 de julho
A sequência didática de gênero: integração entre as práticas de linguagem e a alfabetização.

R$ 532,00 à vista
É possível parcelar em até 6x no cartão.

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  • A escrita como um sistema de representação grafofonêmico e ortográfico
  • Principais marcos da aprendizagem inicial da escrita: hipóteses infantis
  • Consciência metalinguística: texto, palavra, rimas, sílabas e sons
  • Instrumentos – estruturados e não estruturados – de diagnose
  • O necessário caráter processual da diagnose
  • A linguagem escrita como sistema de representação e como discurso: os gêneros discursivos
  • O que são aprendizagens essenciais: de recomposição e regulares
  • O que são habilidades em alfabetização e por que são importantes para a definição de aprendizagens essenciais
  • Habilidades ligadas ao sistema de escrita (alfabetização) e habilidades relativas às práticas de linguagem
  • A metodologia da sequência didática de gênero e sua potência para o trabalho com a alfabetização, na perspectiva das práticas de linguagem
  • Por que propor agrupamentos produtivos.

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Informação adicional

Tempo de Curso

18h

Valor

até R$ 600,00

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